Desses tantos modos

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Vim pagar a minha dívida e escrever o tal post reflexivo.

Bem, tenho que admitir que a vibe reflexiva já passou um pouco, mas vamos ver no que dá.

Tudo começou com um fim de semana que teria tudo para ser perfeito indo por água abaixo. Sábado foi aniversário de uma das minhas melhores amigas (a sua quase vizinha, Lucy) e ela subiu a serra para comemorarmos indo ao show do Gil e depois Tamboatá, onde pretendíamos nos acabarmos on the dance floor!

Mas (lá vem o maldito 'mas'), a noite já começou a dar errado quando eu encontrei um certo carinha (eu e minhas estórias, mas é melhor eu não contar essa aqui por envolve terceiros e quartos. Então, essa fica para nossas noites de comidinhas e conversas de botas batidas!) no show. Pois é, nós somos o clássico caso de amor e ódio: dois cabeças duras que gostam mais do outro do que acham que deveriam. Anyway, eu vou encurtar a estória para o meu próprio bem - vai que ele resolve visitar esse blog! Nunca se sabe...

Para completar, também não conseguimos entrar na tal boite mencionada e, ainda por cima, tivemos que aturar um bando de cara chatos na porta da mesma, porque eles realmente não tinham o tão famoso 'simancol'. Triste, MUITO TRISTE MSM!

Resumo da noite: uma aniversariante frustrada e uma amiga mal humorada e confusa.

Só que a grande reflexão veio pelo fato de que nesta mesma semana eu tinha tomado certas decisões envolvendo o tal carinha do show e essas decisões faziam com que eu repensasse vários aspectos da minha vida. Pessoas, vocês já imaginaram uma capricorniana fazendo concessões e tudo o mais?! Pois é, eu sei que é uma visão bem difícil, quase lenda urbana, mas eis que era eu essa capricorniana.

Então, com todos os acontecimentos disvirtuados da noite eu pensei: "C*, que merda! P'ra que que eu queimei minha mufa?! Isso deve ser um sinal, não é possível! Levei 2 anos p'ra me decidir e logo no primeiro dia tem que dar merda?!". Aí, pronto, né: voltei atrás de tudo que eu tinha levado 2 anos para decidir.

No dia seguinte, liguei para a minha amiga pedindo desculpas pelo mau humor e blá blá blá e ela bem que me entendeu. Falou que percebeu que a coisa estava séria, mas lançou a pergunta fatídica e sem resposta: "afinal, o que você sente por esse cara?!". Taí. Sei lá, galera!

Em pleno domingo fiquei eu, derrotando, e pensando na tal pergunta. Aliás, ela vinha em eco!

Então, como sempre, fui escrever para desanuviar a mente e cheguei a outras conclusões e muitas tantas outras perguntas.

Primeiro de tudo: quem inventou essa estória de príncipe encantado?! (Aliás, qualquer dia desses volto para falar sobre a Disney e a depressão feminina). A gente passa horas e horas, posts e posts discutindo isso e no final acaba se envolvendo com quem não tem nada a ver com a gente. Não é com o Adnet que a gente (leia-se Lucy aqui) acaba. É mais provável que seja com alguém totalmente oposto, tipo o Roberto Justus (com "u" ou com "o"? - 'tô com preguiça de ir ao google. Decidam aí vocês.)

E se a gente ficar sempre só no "se" como é que fica nossa estória no final?! Sei lá, cansei de ser sempre na base do 8 ou 80 - existem 23, 40, 44 e por aí vai. Então, orgulho é bacana, mas às vezes é burro. Não deixar que ele nos consuma pode ser sinal de força também. Acho que o fundamental é não perder o amor próprio, mas dar o braço a torcer e a cara à tapa não é e nem nunca foi causa de morte de ninguém.

Sheryl Crow já diz "if it makes you happy, it couldn't be so bad". Está certo que ela não é o Dalai, mas acho que errada ela não está.

Não sei quanto tempo essa fase de pé no chão e cabeça nas nuvens vai durar, mas enquanto ela estiver por aqui, digo: quebrar a cara não faz mal. A gente chora, desabafa com as amigas, escreve um pouquinho no blog e daqui a pouco está em outra. E se não fizermos?! Bem, taí a grande questão com o "se" no meio, mas essa acho que dá para ver a resposta. Se não fizermos a gente não chora, mas rir com certeza também não.

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Ah! E quem disse que tudo mundo tem que ter essas relações comercial de margarina?! Vai que eu prefiro uma do tipo comercial de perfume ou de bala. Quem é que pode decidir o que é melhor para mim, afinal?

7 comentários:

Lu disse...

Nossa, post mais do q reflexivo!
Começo dizendo que eu não quero o Robertim não! Yuuuuuuugghhhhhhh... Adnet, Adnet, Adnet!!! Mas saindo da parte viajante e entrando no mundo real, concordo que na maioria das vezes a gente acaba mesmo com alguém totalmente diferente do nosso estereótipo de homem perfeito. Essa semana mesmo estava conversando com uma amiga sobre um cara que uma outra amiga está pegando e chegamos à conclusão de que ele não é o tipo dela de jeito nenhum. SO WHAT? Eles tão felizes! E eu, que nem sei qual é o meu tipo? Quer dizer, nessa fase da vida eu já deveria saber, mas não... No clue!
E realmente, no meu caso, como vcs bem sabem, o mais errado era o mais certo (eu sei q a Silvinha fica puta qdo eu o menciono, e ela vai dizer q eu sou muito boazinha e tal...)! E às vezes eu acho q o q faltou foi exatamente esse meio termo entre o nada e o exagerado! As partes cinzas entre o preto e o branco.
Agora, ouvi essa semana q capricorniana não esquece rápido, mas qdo esquece é de vez! O orgulho é tão difícil de ser deixado de lado! Pri, se o seu coração tá aberto (gestinho com as mãos aqui feito por mim), se seu orgulho tá em segundo plano, então vai e faz o q tem q fazer!
Uma das coisas q aprendi com a Silvinha é q a gente tem é q se arriscar e, apesar de ela ficar super bolada com o meu falecido (e eu sei q ela só faz isso pq tá do meu lado sempre e viu como eu fiquei), foi ela a principal responsável por eu ter me apaixonado tão feio por alguém! É, precisa ter coragem pra se apaixonar e começar um relacionamento e tb pra aceitar q terminou mal mas foram uns dos melhores momentos ever! Então, pro inferno com o comercial de margarina! Bastou um cara fofo e trilha do Dave Matthews e vários momentos perfeitos apareceram do nada! E não preciso dizer mais nada! Isso há de encerrar as dúvidas da Pri! Dave Matthews: HELLO!!! Hahahahahahaha

Anônimo disse...

Putz... Eu querendo te fazer um bem e sou agora culpada por vc ter se apaixonado por aquele q prefiro nem mencionar (sim, eu fico puta qdo vc fala dele sim pq eu vi o qto ele t fez sofrer. Aliás, eu já t avisei q se vc por acaso casar com ele EU NÃO VOU AO CASAMENTO!! Humpft! hahahaha)
Mas serinho, Pri, eu sou sempre a favor d arriscar pra ver no q vai dar. Eu prefiro ir lá, fazer, me f..., ficar chorando e dps passar por cima do q ficar imaginando como seria... Até pq td na vida tem 50% d chance d dar certo!!
Mas se vc quiser uma sugestão d cara perfeito pra vc, lá vai: RODRIGO AMARANTE!!

Lu disse...

Eca!!!!

Priscila disse...

HUAHAUHAUHAU
não sei se vcs perceberam mas as duas sugestões de homens perfeitos são musicias! Eu até ia mencionar esse fato no post da Lu sobre "O homeme ideal" mas esqueci. Pois é, acho que vai acabar sendo um carinha que ouça som alto (mas ele não pode ver luz roxa por aí! hauhauaha).

Anônimo disse...

sabia q a Lu ia reclamar do Amarante... Olha lá q eu mais ele do q certos caras q pedem a pizza mais barata... hahahahaha (certas estórias sempre voltam!)

Lu disse...

PQP! Deixa essa estória morrer!!! Hahahahahahahahahha

Ah, e Pri, sem moços que tenham q ver qq tipo de luz!

Anônimo disse...

Certas estórias sempre voltam pra nos assombrar, Lucy!! ;)

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